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Consumo no setor de recreação chega a R$ 64 bilhões nos seis primeiros meses do ano no país

5 de agosto de 2024
15:47

Levantamento realizado pela ABRAPE leva em consideração dados que constam do IPCA e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE

A estimativa de consumo no setor de recreação, que abrange as atividades de eventos de cultura e entretenimento, chegou a R$ 64 bilhões nos primeiros seis meses do ano no país, resultado 8,3% superior ao mesmo período de 2023 (R$59 bilhões). Em junho, o índice foi de R$10,74 bilhões, o melhor resultado para o período desde que a série histórica deste indicador iniciou em 2019. Os números constam do Radar Econômico, estudo realizado pela Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (ABRAPE), e levam em consideração o peso atribuído mensalmente pelo item Recreação do Índice de Preços no Consumidor (IPCA) e a massa de rendimento real mensal dos trabalhadores aferidos pela PNAD/M (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), do IBGE.

“Números como esse só comprovam a força do setor de eventos para movimentar a economia do país. No entanto, é sempre importante destacar que o segmento ainda sofre com os efeitos nocivos da longa paralisação provocada pela pandemia, como já havíamos previsto. Por isso a importância de conquistas como a consolidação do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE) para dar o suporte em períodos de instabilidade”, salienta o empresário Doreni Caramori Júnior, presidente da ABRAPE. 

O Radar Econômico utiliza, também, dados do Ministério do Trabalho e Previdência. Os empregos formais gerados pelo core business do segmento representaram, entre janeiro e junho, 11.843 novos postos de trabalho, número menor do que o obtido no mesmo período de 2023 (12.349), um recuo de 4,1%. A classificação abrange atividades como organização de eventos, artísticas, criativas e de espetáculos; aquelas ligadas ao patrimônio cultural e ambiental, recreação e lazer; e produção e promoção de eventos esportivos

O hub do setor registrou, entre janeiro e junho, 99.235 novos postos de trabalho, índice também inferior ao ano passado (114.978). A classificação envolve 52 atividades econômicas como  operadores turísticos, bares e restaurantes, serviços gerais, segurança privada, hospedagem etc, áreas diretamente impactadas pelas atividades de cultura e entretenimento. “Mesmo que comemoremos dados positivos com frequência, sempre estamos atentos às instabilidades normais. Sem os instrumentos do PERSE, muitas empresas estariam sem a segurança necessária para sobreviverem e investirem”. 

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